quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Chiclete é o meu cigarro

Sempre gostei muito de doces de bomboniére, mas nenhum me deixa mais feliz do que chicletes.

Mas Zordon colocou uma regra no mundo onde 'tudo que é demais faz mal'. Dito e feito, meu maxilar dói  muito quando começo a saborear esse doce das fadas.

Já tentei parar, já fiz terapia com a Dra. Alle Map, já me esforcei de todas as formas. Mas a goma de mascar realmente deve ter algum tipo de nicotina do submundo que não me deixa largá-la.

Quando digo que chiclete é o meu cigarro, eu estou falando sério: me alivia da tensão e do nervoso, sempre vem depois do café, depois do almoço, no meio da tarde, e deixa um cheiro característico (bom, no caso).

Meu maxilar grita, suplica para que esse exercício infinito pare de fato. Mas meu cérebro sempre diz: 'O seu nariz está duro? Se estiver, esse é o último chiclete da sua vida.'

Como a condição nunca é/será atendida, acho que estou condenada pela maldição do Freshen-Trident-Poosh. Para sempre. Na vida.


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