Eu levo o 'dormir' muito a sério. Pra mim ele não tem hora, quando vem eu me entrego de cabeça. Lógico que não vou me achar única por ter essa característica tão comum em jovens que trabalham, estudam, cuidam dos 5 filhos - meu zoologico, no caso -, tem tempo de namorar, tem tempo de cultivar amizades e se dedicar a estudar coisas extras. Se o sono não vier acompanhando todas as milhões de atividades, considere-se um zumbi, por gentileza.
Eu vou ser sincera com você: não gosto muito de dormir. Eu me sinto inútil. Eu gosto muito de fazer tudo que posso quando estou ligadona pra não sentir culpada depois dizendo 'poxa, meu dia foi um tédio'. Mas como a física dita, é impossível terminar inteira depois de um dia inteiro de atividades. Meu maior prazer é deitar a cabeça no travesseiro depois de um dia cheio e dizer 'não fiz tudo o que eu queria, mas fiz tudo o que podia!'
Meu problema com o sono é muito sério. Quando menos espero estou com a cabeça tombada no meio de uma conversa. Por exemplo, quando o André me traz em casa depois de um rolê: a gente tá lá, trocando super ideia, mas DO NADA, eu esqueço do que eu tava falando, do que ele tava falando e minha cabeça cai pra trás. Ai ele pergunta 'não é amor?'. VISH
Uma vez, tava numa festa a fantasia, baladinha e tals. Tudo era novo, inclusive o energético. Tomei sete latas naquela noite, e não, não misturei com bebida alcoólica. Meu padrinho super preocupado quando me acompanhou em casa, acreditando piamente que eu não ia dormir por umas cinco noites, por causa do efeito do energético. Eu dormi desamarrando o cadarço do meu tenis. Assim mesmo do jeito que você imaginou: sentada, encostada na parede, desamarrando o tenis. Cochilei por uns bons 40 minutos e depois fui pra minha cama. Mas, obviamente, estou supondo isso, pois nunca me lembro de como chego na cama.
E outra vez: eu estudando pra uma prova sentada na escadinha, nos fundos da outra empresa onde eu trabalhava. Tava lá sentada de boa, quando acordei assustada com alguém falando alto "PAM VOCÊ TA BEM?". Eu tombei no chão enquanto estudava, ficando estirada, jogada mesmo no chão sabe? Muito bom, muito fino, perceba.
Não vou nem citar as vezes que já dormi em festas, em filmes, em cinemas, estudando no meu quarto, na cozinha, no banheiro, NO BANHO, sentada na cadeira, deitada no quintal, brisando na varanda, na sala de aula, no banheiro do trampo, na propria cadeira do trampo... Já estreei vários lugares com a minha soneca.
É como se eu tomasse um boa noite cinderela que minha própria mente oferece, tipo aqueles traficantes de porta de escola, sabe? Aí você vai de curioso, dizendo a si mesmo que você vai resistir ao sono, VOCÊ VAI RESISTIR AO SONO, VOCÊ VAI RESIST....... zzzzz
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Chiclete é o meu cigarro
Sempre gostei muito de doces de bomboniére, mas nenhum me deixa mais feliz do que chicletes.
Mas Zordon colocou uma regra no mundo onde 'tudo que é demais faz mal'. Dito e feito, meu maxilar dói muito quando começo a saborear esse doce das fadas.
Já tentei parar, já fiz terapia com a Dra. Alle Map, já me esforcei de todas as formas. Mas a goma de mascar realmente deve ter algum tipo de nicotina do submundo que não me deixa largá-la.
Quando digo que chiclete é o meu cigarro, eu estou falando sério: me alivia da tensão e do nervoso, sempre vem depois do café, depois do almoço, no meio da tarde, e deixa um cheiro característico (bom, no caso).
Meu maxilar grita, suplica para que esse exercício infinito pare de fato. Mas meu cérebro sempre diz: 'O seu nariz está duro? Se estiver, esse é o último chiclete da sua vida.'
Como a condição nunca é/será atendida, acho que estou condenada pela maldição do Freshen-Trident-Poosh. Para sempre. Na vida.
Mas Zordon colocou uma regra no mundo onde 'tudo que é demais faz mal'. Dito e feito, meu maxilar dói muito quando começo a saborear esse doce das fadas.
Já tentei parar, já fiz terapia com a Dra. Alle Map, já me esforcei de todas as formas. Mas a goma de mascar realmente deve ter algum tipo de nicotina do submundo que não me deixa largá-la.
Quando digo que chiclete é o meu cigarro, eu estou falando sério: me alivia da tensão e do nervoso, sempre vem depois do café, depois do almoço, no meio da tarde, e deixa um cheiro característico (bom, no caso).
Meu maxilar grita, suplica para que esse exercício infinito pare de fato. Mas meu cérebro sempre diz: 'O seu nariz está duro? Se estiver, esse é o último chiclete da sua vida.'
Como a condição nunca é/será atendida, acho que estou condenada pela maldição do Freshen-Trident-Poosh. Para sempre. Na vida.
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