Eu estava freneticamente pirada na sexta-feira, querendo fazer todas as minhas lições de inglês e espanhol na madrugada pro sábado, além de ler os livros que tenho pendentes e trabalhar nos freelas, prevendo que iria fazer tudo depois que chegasse do cinema, quando de repente, alguma alma boa me disse que era feriado. Eu não sabia que era feriado. Estava tão frenética que eu realmente não sabia que eu poderia descansar um pouco da loucura da semana.
Acho que estou sofrendo da mesma coisa que tomou conta de mim em 2008 - ano fatídico que comecei a trabalhar no meu primeiro emprego e estudar a noite: eu tomava remédios para dormir, porque eu não conseguia desligar de tanto estresse.
Esse ano, infelizmente, não está diferente: eu sei que estou na reta final da faculdade, sei que tenho que me esforçar para passar de ano e pegar meu diploma no ano que vem. Sei também que tenho o TCC, sei que já deveria estar com 30% dele concluído, sei que deveria estar lendo toneladas de livros por noite. Mas tudo o que tenho são planos e planejamentos, mas zero de ação.
No trabalho está indo tudo bem, estou animada com o que estou fazendo - mudei de área, não estou mais produzindo cursos de e-learning; estou na área de serviços/suporte/projetos, no backstage para que tudo funcione bem. E devo dizer que lidar mais com os coordenadores de projetos, indo em reuniões com clientes e tendo maiores responsabilidades era o que eu queria, é realmente o caminho que eu queria seguir. Mas ainda está faltando aquela mágica, aquela pitada que nos dá a motivação que realmente interessa.
Espero que você consiga entender que o problema não é a faculdade ou o trabalho - porque eu amo o que eu estudo e amo o meu trabalho, além de estar nesse ritmo há cinco anos: creia, não é falta de costume. - mas é comigo. Acho que estou entrando num estágio onde a vontade se esvai e o cansaço toma conta. Eu não quero deixar que ele invada minhas atividades, mas ele está tomando proporções monstruosas e estou ficando fraca perante dele.
Esse final de semana foi bem gostoso, pois fomos para Jarinu comemorar o aniversário do priminho do André. E além do churrasco e das ótimas companhias, eu fiquei feliz porque eu consegui desligar um pouco. Sabe quando durante a semana você sente que você não descansa? Que você dorme e acorda do mesmo jeito? Parece que passou apenas alguns minutos e você já está de pé para trabalhar de novo? Pois é, nesse final de semana eu finalmente consegui descansar.
Eu queria muito ter mais finais de semana como esse, sabe? Não precisar se preocupar com nada, não ter preocupações adicionais, procurando apenas coisas diferentes para fazer. Acho que estou escrava das minhas neuras de responsabilidades, que é quando você coloca nas coisas uma importância maior do que elas realmente tem.
Preciso muito me livrar disso, antes que eu precise visitar o psiquiatra outra vez.
segunda-feira, 23 de abril de 2012
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Um ano bacanoso
Pois é. Já se passou um ano que eu e o André começamos uma coisa mais legal que voar de balão. Lembro que conversávamos por MSN, até o lindo dia da sinuca, na virada cultural do dia seguinte. Um mês depois, o pedido de namoro. E até hoje, muita coisa bacana rolou.
Eu arrisco dizer que eu e o André formamos um casal bem diferente dos demais. A gente se gosta, se ama, mas isso é o mínimo que um casal de namorados deve fazer. Estou falando de cumplicidade além da alma, de rir e chorar juntos, de dizer besteiras e fazer o outro dar risada - mas aquela risada de soquinho, aquela de tirar o ar, senão não vale a pena. - de falar sério e expor opiniões, sem medo de sofrer chacota. De não precisar se resguardar e esconder um lado seu que ninguém quer que saiba. De poder, acima de tudo, usar a sinceridade da palavra e do sorriso que faz a gente viver em paz.
Hoje foi o nosso primeiro aniversário. Comemoramos com uma excelente viagem para Campos do Jordão. Fizemos aquela parada de deixar o carro em um lugar e sair andando por ai, pra conhecer artesanatos e pontos turísticos. Bebemos água da fonte, vimos cachoeiras, visitamos palácio e museu, cansamos a sola do pé.
E tudo isso, confesso eu, não teria tido a menor graça se eu tivesse ido sozinha. Acho que tudo fica mais bonito quando se tem alguém pra fazer comentários e dar um beijo com abraço, com o por do sol da montanha batendo na sua nuca. O ar tem outro cheiro quando você tem um sorriso que te sorri de volta.
Eu só queria agradecer pela felicidade impagável. E quero deixar registrado aqui, publicamente, que o mister André é o cara que eu escolhi pra seguir em frente.
Te amo, meu amor! E que venham mais mil anos :)
Eu arrisco dizer que eu e o André formamos um casal bem diferente dos demais. A gente se gosta, se ama, mas isso é o mínimo que um casal de namorados deve fazer. Estou falando de cumplicidade além da alma, de rir e chorar juntos, de dizer besteiras e fazer o outro dar risada - mas aquela risada de soquinho, aquela de tirar o ar, senão não vale a pena. - de falar sério e expor opiniões, sem medo de sofrer chacota. De não precisar se resguardar e esconder um lado seu que ninguém quer que saiba. De poder, acima de tudo, usar a sinceridade da palavra e do sorriso que faz a gente viver em paz.
Hoje foi o nosso primeiro aniversário. Comemoramos com uma excelente viagem para Campos do Jordão. Fizemos aquela parada de deixar o carro em um lugar e sair andando por ai, pra conhecer artesanatos e pontos turísticos. Bebemos água da fonte, vimos cachoeiras, visitamos palácio e museu, cansamos a sola do pé.
E tudo isso, confesso eu, não teria tido a menor graça se eu tivesse ido sozinha. Acho que tudo fica mais bonito quando se tem alguém pra fazer comentários e dar um beijo com abraço, com o por do sol da montanha batendo na sua nuca. O ar tem outro cheiro quando você tem um sorriso que te sorri de volta.
Eu só queria agradecer pela felicidade impagável. E quero deixar registrado aqui, publicamente, que o mister André é o cara que eu escolhi pra seguir em frente.
Te amo, meu amor! E que venham mais mil anos :)
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