domingo, 30 de janeiro de 2011

Brega pra você

Oi gente! Espero que todos estejam bem!

Passei uma semana servindo de alimento para os pernilongos-jedi-do-calor-infernal que resolveram passar uma temporada de férias no meu quarto. Tipo, todos os pernilongos de Santo André resolveram usar meu quarto de pousada. Resultado: parece que eu tenho lepra de tanta picada que eu levei.

Mas tudo bem, nada que um banho de alcool não resolva...


Eu tava ouvindo umas músicas mega firmezas essa semana  e tal. Ai eu chego pra compartilhar as experiências e já viu: TOME PATADA Pra você ver como as pessoas são cabrestadas, eles acham que música boa é só aquilo que eles curtem, nada mais além daquilo, ou as músicas do rádio, ou Kesha, ou Justin, ou qualquer merda colorida, ou funk.

Não o que as pessoas novas vêem de ruim nas músicas antigas, na boa. Tudo um bando de bosta.


Como eu queria variar um pouco do AC/DC e Katy Perry, minha playlist da semana incluiu artistas como:
  • Backstreet Boys: amo desde os 7 anos de idade, e passei um tempo da minha vida fingindo que não gostava porque tinha vergonha de dizer. Hoje mando um foda-se: eles são fodas e é a única banda que eu consigo cantar TODAS as músicas.

  • Michael Jackson: "Will you be there", a música do Free Willy manja? Nossa, loop eterno no Media Player. Ah, Michael pode ser um esquisito, inconformado, mas é rei. Basta.

  • Jamiroquai: recomendação do meu chefe, meus pés dançam sozinhos debaixo da mesa do escritório.

  • James Brown: virou meu wallpapper, e já baixei "I feel good" pra ser toque de celular. Adorei revê-lo dançando, pena que eu sou uma otária pra dançar...

  • Aretha Franklin: "Oh Happy Day", que ela canta com Mavis Staples é  demais apenas.

  • Jennifer Holliday: Escutei primeiro no Maluco no Pedaço, quando o Will canta isso pro Tio Phil HAHA. ai fui atrás da cantora, RAPAZ, que voz é essa pqp.

  • Tiziano Ferro: "Imbranato" foi uma música que um grande amigo meu me indicou, amo essa música ♥

  • Simply Red: ouvindo "For you Babies" lembro do meu pai, porque ele adorava essa música, ele passando roupa e eu brincando de Barbie debaixo do balcão da cozinha.

  • Andrea Bocceli: o que ele não tem de olhos, tem de voz. pqp "Canto della Terra" e "The Prayer", com a Celine Dion arrasa demais.

  • Celine Dion: com a clássica do Titanic e "Because you Loved Me". Pago um milhão de paus pra ela.

É que eu não lembro demais, mas qualquer coisa eu faço outra lista essa semana...

Mas o foco é: as pessoas criticam isso porque é música que pai ouve e mãe viaja, não faz parte da Metropolitana nem da Mix, toca na Antena 1 isso aí.

E eu não tenho vergonha de curtir essas músicas não: gosto e não preciso justificar pra ninguém o porquê.

Aliás se você quiser uma prévia eu te dou: é que isso tudo faz parte da minha história apenas, e não preciso ter vergonha dela.



Beijo :)

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Humildade não mata

Eu pelo menos, sempre faço as coisas, com a melhor das melhores das intenções, principalmente se for pra ajudar as pessoas. Uma coisa que você nunca vai me ver fazer é negar ombro pra alguém. Como já dito, isso absolutamente não faz parte da minha índole.
Digo isso porque as pessoas de hoje, algumas que conheço inclusive, são muito, mas muito mal agradecidas. Vendo que tal pessoa está passando por um perrengue ou realmente só precisa de algum tipo de apoio, a nossa obrigação como pessoa amiga e próxima, certamente deveria ser acolher e acalmar a pessoa e não ficar moscando e olhando a pessoa se foder. Eu pelo menos não consigo só ficar olhando.
Mas aí que tá: se a gente chega pra ajudar, na boa, a dita cuja não entende que fazemos isso pra ajudar, elas acham LÓGICO que a gente tá invadindo o espaço delas, típica síndrome de adolescentinho de merda. É quando a gente toma patadas do tipo “não é da sua conta”, “não te interessa”, “pensa que eu não sei”, “pensa que eu sou idiota?”, “para de se intrometer na minha vida”, entre outras que eu já escutei.



Só me fodo nessa merda.

E o pior de tudo que isso não vem nem nunca virá de uma pessoa desconhecida! NÃO! Quem te conhece e quem convive com você é que faz isso! ABSURDO apenas.

Outra coisa que está estragando as pessoas é a falta de humildade. Sim, porque se você tá vendo uma pessoa fudida, uma pessoa na fossa, uma pessoa que tá na cara que precisa de ajuda e você com o pensamento “já que ela não me pediu nada” fica aí na sua. Por isso que as pessoas são umas bostas e não tem a mínima idéia do que seja PRÓ ATIVIDADE.
Ô peçonhento, namoral: se você fosse tão foda a ponto de não precisar de nenhuma ajuda nem ninguém por perto primeiro que você seria o Chuck Norris. Segundo, que você não estaria na merda se você fosse tão foda assim. E terceiro, se você fosse foda pra valer, você teria um selo.



Chupa.

Juro, não precisa acatar o que eu digo, eu não sou nada, cara. Mas acho que não custa ter um pouco de respeito. Não precisa seguir o que é falado, mas tenha, pelo menos, a humildade de escutar.Sabe, ás vezes fico tão puta com as patadas desnecessárias que tenho vontade de nunca mais ajudar ninguém ou só fazer algo quando me for solicitado: me recolher num cantinho, na minha e ver os outros se afundando no próprio peido.
Mas se eu agir assim, penso eu, vou ser que nem a maioria bosta também. Mas eu não consigo ter esse relaxo. Eu costumo pensar mil vezes antes de fazer alguma coisa, porque eu penso sempre se eu vou prejudicar alguém. Só se eu fosse muito fdp pra não pensar nos outros. Mas eu não sou assim. Graças a Zordon.


Zordon é meu mentor e nada me faltará

Mas de boa: pra esses casos eu decidi deixar passar porque não vou ficar me estressando e perdendo o meu tempo precioso pensando em bobagens como essa. Quem ensina tudo é a vida e não alguém. Porque não adianta que a gente fale algo; já que não surte efeito, deixa rolar, deixa se ferrar, deixa quebrar a cara que quando chegar a hora a lição vem.
Não sou professora, desculpe.
Beijo ;)

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Ser do bem não é ser troxa!

Eu confesso a vocês que já deixei de fazer bilhões de coisas por opiniões alheias. É feio eu sei, até já sofri com o rótulo 'vai-com-as-outras' quando era pequena (uns 7 ou 8 anos, mas não conta porque você não pensa sozinha né?) Amigos ou família, eu já me limitei por eles. E, mesmo que muito tempo tenha passado, me arrependo profundamente de ter deixado passar certas coisas.

Por exemplo, deixei de fazer coisas que eu queria, deixei de ir a lugares que eu gostaria de conhecer, deixei milhares de coisas pra trás porque eu poderia decepcionar alguém, poderia deixar alguém pra trás, porque eu sempre prezei muito o quesito 'parceria'. Já deixei de fazer uma viagem foda porque ninguém quis ir comigo, não assisti filmes que eu queria porque fulano falou que era mol bosta, já deixei de ver pessoas por causa de outras, já deixei de pegar um manolo em consideração a uma pessoa, mas essa pessoa veio e passou por cima de mim e da própria palavra...

Num resumo bruto, EU SÓ ME FODI PORQUE EU QUIS SER LEGAL.


VÃO SE FODEREM.

Te agrada isso? A mim, nem um pouco. Mesmo consciente de que eu estava ficando pra trás, aquele negócio de procurar ser legal com a maioria ainda falava mais alto que eu mesma. Eu querendo fazer o que eu queria, fazer do meu jeito, e sendo cabrestada por opiniões alheias. Vê se pode.

Tenho um mini-ódio de mim, admito. Lógico também que essa atitude de mudar o jeito de pensar não partiu de uma hora pra outra. Se você voltar algumas linhas acima, verá que eu tenho perrengue com isso desde cedo, não é revoltinha de adolescente fluorescente, relaxa.

E é lógico que você não me viu nem vai me ver ai como a Brody Dalle, punk e tal. Não.


Não vou trair o movimento 'mocinha', tentador - pois Brody é uma linda -  mas eu prometo não imitá-la.

Muito embora esse empecilho de 'ser legal'  me trincou em algumas fases lá atrás, uma coisa que nunca mudei foi minha integridade: ainda dou muito valor à palavra que você diz pra mim, e respeito você e todas as pessoas com igualdade. Não é da minha índole trair a confiança, nem destratar pessoas (a gente brinca lógico, mas nunca nada sério), nem se aproveitar de ninguém. Ser do bem NÃO SIGNIFICA SER TROXA, PORRA!

Minha estratégia não foi mudar meu jeito de lidar com as pessoas. Jamais. Relaxa, sempre continuei falando merda :) Mas passei a exigir apenas um pouco mais de respeito pela MINHA opinião, visto que respeitava  a de todos até tal momento.

Se eu te contar alguma coisa e você virar a cara, ou não gostar, ou não se importar, ou me criticar duramente, ou mandar um exércitos de Stormtroopers me matar, ou qualquer caralho desse, namoral eu não ligo mais.

Vou respeitar a sua opinião/conselho sempre. Mas não preciso aceitar o que você diz. Conforme-se.

Não entendeu ainda? Vai se foder então.

Beijo ;)

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Músicas que inspiraram esse post: Have a Nice Day e It's My Life, ambas do Bon Jovi.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Vão se foderem

Estava eu na minha paz, lendo o penúltimo livro das Crônicas de Nárnia no ônibus, único lugar apenas que consigo ter paz pra ler sem dormir, quando escuto uma discussão um pouco atrás de mim: uma mulher mais velha dando uma lindíssima lição de moral pra um quarentão que não soube segurar mulher.

Dizia ele que "as mulheres de hoje só querem saber de bagunça, de sair, de não fazer nada, comer, beber,dormir. Elas não querem saber de casar não, e que os camaradas dele também  nenhum deles era casado e nem estavam pensando nisso. Tô bem melhor sozinho".

A mulher, no auge da sua sabedoria anciã, disse que "Você não pode generalizar só porque no SEU caso não deu certo. Eu mesmo sou casada há 37 anos com o primeiro e único amor da minha vida. E conheço pessoas que tem mais de 60 anos de casado. O seu durou 3 anos e já está generalizando que todas as mulheres não prestam? Você tá decepcionado com a sua escolha". Chupa, manolo.

Ó, eu não sou a melhor pessoa pra te falar de relacionamentos, mesmo porque não há um manual explícito do que se deve ou não fazer. Mas de uma coisa genérica eu sei: ser decente independe do seu sexo.


chupa.

Deixa eu deixar claro que também não critico quem gosta de levar uma vida livre com direito a baladas, saídas, bebedeiras, pegação, mulheres, homens, suruba. Não ligo cara, sério mesmo, porque cada um faz o que é melhor pra si mesmo. Se você quer ficar assim sua vida toda, o problema é inteiramente seu. Nem eu nem ninguém tem direito de comandar a tua vida.

Pode sim pareceu meio antiquado mas me agrada muito a idéia de passar o resto da vida com alguém sabe? Crescer e  envelhecer, dar seguimento à sua família, ter história pra contar.

Qual o problema, afinal, de curtir a vida com alguém? Qual o problema, afinal, de curtir a vida sozinho com os amigos? Cada um na sua, poxa.

Agora não generalize: não é porque você é um(a)  loser fracassado(a) que não consegue mulher/homem de jeito nenhum, ou não soube segurar a sua pessoa "amada", ou porque não consegue ser feliz porque não nasceu pra isso, ou porque você tem AIDS. FODA-SE. Não fale que mulher/homem não presta porque O SEU CASO NÃO DEU CERTO.

Pra você que assim mesmo mantém esse pensamento ridículo, tenho pena de você e qu...

QUE PENA O CARALHO! TENHO SÓ UMA COISA PRA VOCÊS, PESSOINHAS DE MERDA:


Vão se foderem.



Beijo :)

sábado, 22 de janeiro de 2011

Tô virando mocinha!

Calma gente!

Eu não sou parça da Ariadna, nem muito menos acabei de conhecer a bandeira vermelha, e nem cogite que eu era menininho, por favor.

Híbrida sim, menininho nunca! HOAHOAHOA

Minha história começou no pré, onde incentivada pelas histórias da turma da Mônica, eu tinha um ursinho Pompom e corria atrás de um muleque pra bater nele. Pompom era meu Sansão e Mônica era minhas heroína, sacou? Nessa mesma época eu me envolvi com a 'gangue' do EMEI e brincava de polícia e ladrão no parque de areia com meninos MUITO mas MUITO maiores do que eu. A coisa mais feminina que eu fazia era catar pedrinhas na areia com melhor melhor amiguinho e fingir que era feijão (#comidinha).

Desde pequena acho que as meninas nunca gostaram muito de mim. Quando entrei no EMEI, tinha uma menina chata e cuzona que eu não ia com a cara dela. Um dia sentei no lugar dela de propósito. Ela chegou, mochilinha nas costa e falou com aquela voz que eu detestava: "Você tá no MEU lugar." Eu disse: "Seu nome não tá escrito aqui". Chupa, menina.

O tempo passou, mudei de escola, não tretei mais com ninguém -EU JURO!- mas continuava adorando jogar bola, correr, brincar de queimada, correr, basquete, volei. Foi nessa época inclusive que comecei a mexer no computador e me apaixonar por informática. Perdi a conta de quantos Splash's - bichinho virtual do site da turma da Mônica morreram em minhas mãos. #assassina


Devo ter perdido uns 349 bichinhos gays como esse aí.

4ª série. Deserto. Meninos. CARTINHAS DE POKEMON OMG OMG OMG aprendi a jogar. Aprendi a gostar. O menino mais violento da escola vinha trocar idéia comigo sobre pokemón. As meninas que estudavam comigo jogavam futebol e bafo também. Época de ouro, apenas.



BLAAAAAAAAAAAASTOOOOOOOISE

Minha salvação foi a melhor professora do mundo, que apesar de toda essa masculinidade que pairava sobre mim, me incentivou muito a usar cabelos soltos e batom. Fiquei linda -n feito um jabuti de laço.

13 anos. A época da desgraça. Minha época depressiva, descontente e mais forever alone do que você jamais poderá imaginar. De tão perdida que eu estava, sabe onde eu fui parar? NO BALÉ! CARAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAALHO EU JÁ FIZ BALÉ MANO! Creia, cuspa na tela de rir. Eu não ligo. Pior de tudo: eu estava me tornando fútil pelas minhas companhias. DEPOIS DE TODA A MINHA HISTÓRIA DE AVENTURAS, EU ESTAVA VIRANDO UMA MENININHA DO CU FRESCO. omg




Adão teria fimose antes de você me ver dançando assim.

Mas minhas salvação foi minha primeira balada aos 13 anos também. Primeiros beijos -tarde né?. Descobri nessa época que eu podia SIM ser atraente, as pessoas podiam gostar de mim se eu me mostrasse um pouco mais. E foi isso que eu fiz.

NOSSA PAAMPS, VC VIROU MAIS FUTIL AINDA?????? Lógico que não, reles carrapato. Descobri que eu podia ser mais menininha :)

Mais madura e elegante -n agora com 14 anos ÓOOO fiz amizade com o Padrinho e o Madrinho dos meus filhos. Amizade que levo até hoje, manolos ♥

Um história meio escrota admito, mas veja bem: tudo isso foi necessário para que eu me tornasse o que sou hoje. E me orgulho disso viu ^^

Mas hoje posso conversar com você sobre qualquer assunto sem me sentir lésbica por isso. Admiro tudo de bom nas pessoas, seja você homem ou mulher. Falo o que penso sem mais me incomodar com o que você vai achar de mim. Não tomo mais cuidado com  brincadeiras nem palavreados nem porra nenhuma. Bicho, na boa, quem falar de videogame? Quer falar de UFC? Quer falar de mulher? Quer falar de mènage? Quer falar de bichos? Quer falar o piso salarial do engraxate? CARAAAAAAAAA, não hesite OK? Sou toda ouvidos :)

Por ser meio híbrida - meio a meio, homulher ou mulheromem-, por ter os melhores amigos homens da face da terra, por ter amigos e conhecidos na maioria MANOLOS. Mas continuo sendo meio boiolinha, adoro maquiagem, esmaltes, perfume e bichinho de pelúcia. Sou multipolar e amo meu namoradO, ok? HAHA ♥

Virei mocinha porque vou deixar um pouco de lado minhas camisetas de banda e tenis pra usar camisas e sandálias. NÃO SIGNIFICA QUE NUNCA MAIS VOU USÁ-LOS.

Vou variar um pouco mais, apenas.



Beijo beijo beijo ♥

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

20 anos de nerdice

Eu gosto de videogame mas eu quero gostar mais. Já decidi, ninguém tira isso da minha cabeça :P

Confesso que até comecei a ler sobre UFC pra jogar e poder conversar melhor sobre o jogo de luta. Quero aprender o Call of Duty e qualquer outro jogo de tiro que seja legal. Rainbow Six Vegas parece ser uma boa pedida. PES e Fifa também estão na minha lista pra aprender a jogar, ainda em 2011.

Aqui no trampo, exploramos a competitividade e gritaria jogando Mario Kart Wii e o Tenis do Wii Sports. Manolos do céu, bom demais.


SAI VACA FILHADAPUTA!

No auge dos meus 20 anos recém-feitos, vishe, quero muito expandir meu lado nerd. Expandir um pouco mais, lógico.

Comprando vários boxes de filmes - minha ultima aquisição foi o  box dos 3 primeiros episódios do Star Wars, mas já ganhei o box do Matrix e assisti os do Senhor dos Anéis. Fora baixando episódios de The Big Bang Theory com mais frequência e assiduidade do que limpo o aquário da Abigail e rindo litros com Mike and Molly.

Quanto aos livros também quero expandir meus conhecimentos: já sou fã de Harry Potter, todo ano leio todos os livros, e estou lendo As Crônicas de Nárnia. Tô quase terminando, mas tô adorando aquele jeito do Lewis de escrever. Aliás, como ele é parça do Tolkien - conterrâneos - os livros deste também devem ser ótimos: estão na minha lista de leitura.


ASLAM, SEU LINDO *-*!

PS: Eu tô sem inspiração nenhuma pra escrever. Como disse essa semana, não achei que seria tão difícil manter um diário visto que o meu objetivo aqui é só narrar algumas coisas legais e verídicas que acontecem comigo.

Mas vamo que vamo!

Um beijo!

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Manny feat. Saint Seya

Música tá na minha vida, desde sempre. Influência dos pais em Antena 1 refinaram um pouco meu gosto musical mas hoje em dia, virei eclética. Ouço tudo, desde que tenha conteúdo. Logicamente que funk não está na minha lista. Mas enfim...

Escuto no ônibus; músicas como essas são meu despertador. Chego em casa, brisando total em música. Sempre volume máximo, virou lei. Ligo o computador, antes de abrir o Email, o clique no Media Player é mais rápido que um raio. Mas confesso uma coisa a vocês: sou a única pessoa no mundo que deve trabalhar ouvindo trilha de desenhos animados. :X

Bom não tenho vergonha disso, afinal minha pessoa não é definida apenas por gostos musicais: há mais pra se levar em conta, mas é dahora demais, bicho!

Ah, lógico que devo te lembrar que eu sou eclética, falei aí em cima. NÃO SOU LOUCA DE ESCUTAR ISSO O DIA TODO OK? Apenas gosto :)

Pra você ter idéia, a minha playlist tem coisas do tipo :
  • Super Mario Bros Theme - o original e o remix, porque não sou trouxa. Se você não admira a música do Bigoda Encanador, você é um saco de pus.
  • Mario Kart Love Song - música muito BUNI mas depois que entrei na SOU e comecei a jogar Mario Kart no almoço, essa música fez todo o sentido para mim.
  • Abertura de Inspector Gadget - em inglês, porque tem mais graça.
  • Abertura de Ursinhos carinhosos - minha infância foi lotada desses urso colorido #ecstasy.
  • Digimon Theme - 'Brave heart' é musicão, não aquela bosta cantada pela Angélica.
  • Yugi-Oh Theme - ainda não sei o nome daquilo, MANS é um ótimo instrumental.
  • OST do Shrek - Baixei as trilhas de todos os filmes, mas dentre eles se destacam "All Star", "Hallellujah", "Accidentally in Love", "Other Ways" e só. Não tenho saco pra lembrar as outras.
  • Rei Leão - lógico que a trilha do primeiro filme que eu assisti no cinema TINHA que estar aqui - "Can you feel the love tonight" e "The Circle of Life", com aqueles vocais africanos. Coidiloco
  • Era do Gelo - a única música que me lembro é "Send on my way" mas não foi nesse filme que ela apareceu primeiro. Mas foda-se. É bonitinha.

Depois desses classiquinhos que eu consegui lembrar, ainda tenho uma queda de deixa malocs quanto a músicas de anime. Eu não entendo nada, MANS as traduções que encontro por aí - letras.terra - parecem convincentes, eu gosto e foda-se. Elas trazem uma emoção mais especial, mais heróica, sei lá:
  • Death Note- "The World" que é o tema de abertura... NOSSA! PIRANTE para mim.
  • Bleach - por influência do Padrinho, comecei curtindo as músicas mas ainda não tive saco para começar a assistir este anime, que me parece ter uma história interessante.
  • Naruto - assistia quando começou a passar no SBT, assistia enquanto eu almoçava. Depois cresci, e nunca mais vi. Mas gosto das músicas; "Nagareboshi" é a melhor.
  • Cavaleiros do Zodíaco - nunca assisti inteiro também MAS "Chikyuugi" é PERFEITA.
  • Fullmetal Alchemist - influência do Padrinho. Nunca assisti, mas Piro nas músicas.

Sabe, adoraria saber que tem gente de gosta de viver nesse mundo autista dos desenhos animados assim como eu, em alguns momentos do meu dia. Me dá uma paz imensa. Música tem poder, creia.

É que as vezes a realidade é muito motherfucker.

Mas eu não fujo dela: eu encaro de frente, mas com um fone no ouvido.